A cadeirinha de balanço balançando, o vai e vem do dia. O Vem e vai da noite.
A moça que não sabe direito o que quer, mas que balança sabendo apenas do pequeno curso da cadeira, que vai só até ali e volta.
Só até ali e volta! Esse é o que importa.
O vento que bate no rosto dela, da moça da cadeira, é o mesmo vento que faz o moço, lá do outro lado dos lugares, viajar e pensar no calor que está chegando. Vento quente, coisa do verão.
A moça balançando na cadeira olha a nuvem branca, bem branquinha, e diz:
- Nuvem branca, bem branquinha assim é coisa de verão né?
O vento quente bate mais uma vez em seu rosto.
-Vento quente é noroeste, vai chover.
O moço esperto que só, sai de casa e leva o guarda-chuva, pois, vento quente é sinônimo de chuva no final de tarde, já dizia seu pai.
Andando na cidade, sol danado e guarda-chuva na mão, coisa de doido! Coisa de moço que sabe das coisas. Quando choveu ele abriu seu companheiro se abrigou e sorriu!
Moça na cadeira quis se molhar, permaneceu sentada. Sua mãe uma vez disse que chuva de verão não adoece.
Moça na cadeira se molhou na chuva de verão.
Moço do guarda-chuva se abrigou e secou, com sorriso no rosto, inclusive.
Felizes molhados, felizes secos.
Felizes.
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Terminando o raciocínio sobre a tal Virtualidade.
Um monte de coisa na cabeça e nada nas mãos.
Por que a cabeça faz isso com a gente? Coloca um monte de coisa e depois tira.
Cabeça malvada essa nossa!
Quero ter mais coisas nas mãos, coisas de tocar. Quero ter mais coisas a minha frente, coisas de olhar. Quero ter mais coisas aqui perto, coisas de sentir.
Tem muita gente malvada nesse mundo, daquelas pessoas que nos fazem fantasiar e depois nos acordam, dizendo:
- Hey Baby! Acorde, foi tudo um sonho.
Não sei se gosto mais de sonhos, não sei mais de nada.
Será que é este o nosso futuro?
Ninguém mais terá mais coisas de tocar?
Será que a gente não vai ser mais a gente?
Assim; Será que eu não serei mais EU de verdade? Eu quero tanto ser sempre EU.
Esses dias saí da faculdade e fui beber com uns amigos da classe.
Começamos a beber perto da faculdade, de lá fomos a um bar que nunca fecha.
Foi tão bom, é tão bom estar com gente de verdade. Ver gente de verdade.
Será que daqui a alguns anos poderemos fazer isso de verdade?
[brigadão ao Alexandre Mauj do blog Lost In Japan, pelo selo].
Por que a cabeça faz isso com a gente? Coloca um monte de coisa e depois tira.
Cabeça malvada essa nossa!
Quero ter mais coisas nas mãos, coisas de tocar. Quero ter mais coisas a minha frente, coisas de olhar. Quero ter mais coisas aqui perto, coisas de sentir.
Tem muita gente malvada nesse mundo, daquelas pessoas que nos fazem fantasiar e depois nos acordam, dizendo:
- Hey Baby! Acorde, foi tudo um sonho.
Não sei se gosto mais de sonhos, não sei mais de nada.
Será que é este o nosso futuro?
Ninguém mais terá mais coisas de tocar?
Será que a gente não vai ser mais a gente?
Assim; Será que eu não serei mais EU de verdade? Eu quero tanto ser sempre EU.
Esses dias saí da faculdade e fui beber com uns amigos da classe.
Começamos a beber perto da faculdade, de lá fomos a um bar que nunca fecha.
Foi tão bom, é tão bom estar com gente de verdade. Ver gente de verdade.
Será que daqui a alguns anos poderemos fazer isso de verdade?
[brigadão ao Alexandre Mauj do blog Lost In Japan, pelo selo].
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Mais uma bonitinha (prometo que é só).
Mostre-me o caminho!
Com minha mão direita no seu ombro esquerdo a gente segue. Você me leva por caminhos coloridos, me mostra por onde passou e por onde gosta de passar. Você retira um pedaço de terra do chão e me fala alguma coisa sobre a criação da humanidade, em seguida me aponta um morro e me fala algo sobre um sermão. A sua voz me cativa, sentindo-me cativado, minha mão direita, escorre lentamente, sem que eu perceba, e vai parar no seu ombro direito.
Opa! Mão direita no ombro direito? É isso mesmo, agora, estamos abraçados.
Ao mesmo passo, ao mesmo tempo. Cadenciados.
Seguimos lentamente, você falando e eu ouvindo.
Você contou suas proezas, falou de filosofias, contou de Platão, de Aristóteles, Hume e Descartes. Falou das coisas da vida.
Você gesticulava! Sorria o tempo todo. Paramos embaixo de uma árvore, era pé de alguma coisa, acho que maçã. Ali você falou de uma história, de uma maçã que caiu na cabeça não sei de quem, essa maçã mostrou algo pra esse homem que mudou a história da humanidade. Não lembro muito bem, eu tava encantado com sua voz, com seu sorriso que nem prestei atenção ao que falava.
Embaixo da árvore, minha mão se soltou do seu ombro, na queda encontrou sua mão, que gesticulava. Elas se abraçaram. Primeiro a direita, a esquerda acompanhou e nossas mãos se uniram. Um pássaro vermelho piou, você me falou sobre ele. Eu ouvi. Você parou de falar, me olhou tirou meus óculos, que estavam embaçados pela proximidade da sua respiração.
Marquei esta página, era hora de sair. O livro está apenas no começo.
Com minha mão direita no seu ombro esquerdo a gente segue. Você me leva por caminhos coloridos, me mostra por onde passou e por onde gosta de passar. Você retira um pedaço de terra do chão e me fala alguma coisa sobre a criação da humanidade, em seguida me aponta um morro e me fala algo sobre um sermão. A sua voz me cativa, sentindo-me cativado, minha mão direita, escorre lentamente, sem que eu perceba, e vai parar no seu ombro direito.
Opa! Mão direita no ombro direito? É isso mesmo, agora, estamos abraçados.
Ao mesmo passo, ao mesmo tempo. Cadenciados.
Seguimos lentamente, você falando e eu ouvindo.
Você contou suas proezas, falou de filosofias, contou de Platão, de Aristóteles, Hume e Descartes. Falou das coisas da vida.
Você gesticulava! Sorria o tempo todo. Paramos embaixo de uma árvore, era pé de alguma coisa, acho que maçã. Ali você falou de uma história, de uma maçã que caiu na cabeça não sei de quem, essa maçã mostrou algo pra esse homem que mudou a história da humanidade. Não lembro muito bem, eu tava encantado com sua voz, com seu sorriso que nem prestei atenção ao que falava.
Embaixo da árvore, minha mão se soltou do seu ombro, na queda encontrou sua mão, que gesticulava. Elas se abraçaram. Primeiro a direita, a esquerda acompanhou e nossas mãos se uniram. Um pássaro vermelho piou, você me falou sobre ele. Eu ouvi. Você parou de falar, me olhou tirou meus óculos, que estavam embaçados pela proximidade da sua respiração.
Marquei esta página, era hora de sair. O livro está apenas no começo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sobre as coisas da vida!
E ela ali, sentada, tranqüila, de olho nele. Ele que não olhava nada.
Ela sorrindo, cabelos de lado, fazendo charme sabe?
Ele olhando o teto.
Ela folheando um livro super intelectual, já todo dobrado, indicando ser livro de cabeceira dela, escrito na língua original. Francês, Inglês, Alemês, sei lá.
Ele lendo o jornal do Dia. O Dia, ou Da Tarde, alguma coisa do tipo, jornal cuja a capa mostrava o empate heróico do São Paulo no jogo contra o Grêmio.
Ainda era cedo, ambos chegaram antes pra não perderem o ônibus.
Ela sentiu sede, foi à Casa do Pão de Queijo e comprou uma Coca Cola Light e UM pãozinho de queijo recheado com alguma coisa.
Ele sentiu sede, foi ao bebedouro, bebeu a água como um beduíno (nunca vi algum bebendo algo, mas deve ser uma cena emocionante). Após a água ele abriu a mochila e retirou um pacote de bolacha recheada daquelas LEVE TRÊS E PAGUE UM.
O ônibus chegou.
Ele foi logo entrando e se jogando na sua poltrona 21 (janela) inclinou a poltrona com a mochila no colo.
Ela conferiu sua poltrona antes da subida 22, pensou: “tomara que seja no corredor, pra não ter de suportar chatos de plantão”.
Ela subiu, avistou sua poltrona e um barbudo ao lado, já dormindo.
Ela pensou: “droga! Vai roncar a viagem toda”.
Ela sentou-se.
Ele assustou-se.
Ela retirou o livro da mochila.
Ele levantou o encosto do banco e perdeu o sono.
Ela fechou o livro, marcando a página com cuidado.
Ele sorriu!
Ela sentiu!
O ônibus partiu!
Estórias bonitinhas da vida!!!!
Ela sorrindo, cabelos de lado, fazendo charme sabe?
Ele olhando o teto.
Ela folheando um livro super intelectual, já todo dobrado, indicando ser livro de cabeceira dela, escrito na língua original. Francês, Inglês, Alemês, sei lá.
Ele lendo o jornal do Dia. O Dia, ou Da Tarde, alguma coisa do tipo, jornal cuja a capa mostrava o empate heróico do São Paulo no jogo contra o Grêmio.
Ainda era cedo, ambos chegaram antes pra não perderem o ônibus.
Ela sentiu sede, foi à Casa do Pão de Queijo e comprou uma Coca Cola Light e UM pãozinho de queijo recheado com alguma coisa.
Ele sentiu sede, foi ao bebedouro, bebeu a água como um beduíno (nunca vi algum bebendo algo, mas deve ser uma cena emocionante). Após a água ele abriu a mochila e retirou um pacote de bolacha recheada daquelas LEVE TRÊS E PAGUE UM.
O ônibus chegou.
Ele foi logo entrando e se jogando na sua poltrona 21 (janela) inclinou a poltrona com a mochila no colo.
Ela conferiu sua poltrona antes da subida 22, pensou: “tomara que seja no corredor, pra não ter de suportar chatos de plantão”.
Ela subiu, avistou sua poltrona e um barbudo ao lado, já dormindo.
Ela pensou: “droga! Vai roncar a viagem toda”.
Ela sentou-se.
Ele assustou-se.
Ela retirou o livro da mochila.
Ele levantou o encosto do banco e perdeu o sono.
Ela fechou o livro, marcando a página com cuidado.
Ele sorriu!
Ela sentiu!
O ônibus partiu!
Estórias bonitinhas da vida!!!!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Online? Offline?
Essa virtualidade toda vai nos levar aonde?
É bom? É ruim?
Ter centenas de amigos no Orkut. Ter seguidores nos Blogs. Ter amigos em todas essas redes virtuais. Onde isso pode nos levar?
É cômodo abrir uma página, mandar um beijo, um abraço, desconectar e pronto.
Tenho medo do futuro.
Queria tanto olhar, sentir, pegar, ver que existe vida por aí.
Tenho amigos reais, claro. Mas nem se compara em quantidade dos amigos virtuais.
Que estranho todo esse papo.
Quem está disposto a largar esse anonimato e ser real?
Quem quer ser real?
Eu, por vezes tento ser só real e não virtual. Mas como fazer?
Tenho vontade de transformar os virtuais em reais!
Tenho vontade de colocar cor, ta tudo preto e branco. Tão sem graça.
Às vezes da vontade de cancelar todas essas contas e esquecer todas essas senhas.
Às vezes tenho vontade de ser! Ser só eu de verdade e não esse monte de gente que imaginam que sou.
Às vezes... Eu desconecto.
(aparecer Offline).
É bom? É ruim?
Ter centenas de amigos no Orkut. Ter seguidores nos Blogs. Ter amigos em todas essas redes virtuais. Onde isso pode nos levar?
É cômodo abrir uma página, mandar um beijo, um abraço, desconectar e pronto.
Tenho medo do futuro.
Queria tanto olhar, sentir, pegar, ver que existe vida por aí.
Tenho amigos reais, claro. Mas nem se compara em quantidade dos amigos virtuais.
Que estranho todo esse papo.
Quem está disposto a largar esse anonimato e ser real?
Quem quer ser real?
Eu, por vezes tento ser só real e não virtual. Mas como fazer?
Tenho vontade de transformar os virtuais em reais!
Tenho vontade de colocar cor, ta tudo preto e branco. Tão sem graça.
Às vezes da vontade de cancelar todas essas contas e esquecer todas essas senhas.
Às vezes tenho vontade de ser! Ser só eu de verdade e não esse monte de gente que imaginam que sou.
Às vezes... Eu desconecto.
(aparecer Offline).
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Guarda-chuva aberto pra me molhar.
Os óculos que deixam cego. Que deixam à gente longe de você.
O microfone que cala quando tentamos dizer algo.
A muleta que derruba quando tentamos andar.
Inválido.
Um mero inválido.
Será que você tem tempo de pensar em mim? Na sua faculdade, no seu serviço, no seu tempo, tem tempo pra mim?
Às vezes penso nisso...
Será que um dia, cruzarei seu caminho?
Quando cruzar! O quer será de nós?
Um “Oi”?
Um “É”?
Um “Ta”?
Será?
Será que no seu tempo, eu terei tempo? Será?
Não sei! Isso sempre acontece... Sempre.
Quando dá pra um, não da pra outro, o tempo passa a vida passa, a vida e o tempo sempre andam juntos, é um barato.
Será que um dia nosso tempo será igual? Os nossos relógios irão se encontrar?
Hoje vi uma moça no ônibus, vindo de São Paulo, pensei que poderia ser você.
Analisei super discretamente, claro, e na minha análise tava perfeito.
Eu na poltrona 08 e você na 40.
Vi quando você desceu, pelo jeito é universitária e passou o final de semana com a família, agora voltava pra encarar a semana de estudo.
Eu na minha permaneci lendo o jornal, analisando o horóscopo, lendo a nossa sorte.
Retirando os óculos...
Desligando o microfone...
Largando a muleta de lado...
“sozinho em um corredor, esperando, trancando pra fora. Ele levantou e saiu de lá, correu por centenas de milhas” (GIVEN TO FLY – PEARL JAM).
.
O microfone que cala quando tentamos dizer algo.
A muleta que derruba quando tentamos andar.
Inválido.
Um mero inválido.
Será que você tem tempo de pensar em mim? Na sua faculdade, no seu serviço, no seu tempo, tem tempo pra mim?
Às vezes penso nisso...
Será que um dia, cruzarei seu caminho?
Quando cruzar! O quer será de nós?
Um “Oi”?
Um “É”?
Um “Ta”?
Será?
Será que no seu tempo, eu terei tempo? Será?
Não sei! Isso sempre acontece... Sempre.
Quando dá pra um, não da pra outro, o tempo passa a vida passa, a vida e o tempo sempre andam juntos, é um barato.
Será que um dia nosso tempo será igual? Os nossos relógios irão se encontrar?
Hoje vi uma moça no ônibus, vindo de São Paulo, pensei que poderia ser você.
Analisei super discretamente, claro, e na minha análise tava perfeito.
Eu na poltrona 08 e você na 40.
Vi quando você desceu, pelo jeito é universitária e passou o final de semana com a família, agora voltava pra encarar a semana de estudo.
Eu na minha permaneci lendo o jornal, analisando o horóscopo, lendo a nossa sorte.
Retirando os óculos...
Desligando o microfone...
Largando a muleta de lado...
“sozinho em um corredor, esperando, trancando pra fora. Ele levantou e saiu de lá, correu por centenas de milhas” (GIVEN TO FLY – PEARL JAM).
.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Rindo no Rio.
Fui reintegrar!
Agora renovado. Com força pra encarar tudo o que tem por aqui.
Fui querido, fui amado, gargalhei, fui atração.
Atravessei a baia rumo ao centro. Não quis praia nem gente. Não quis o óbvio.
Fui andar pelo vazio, fui sentir o que aquela cidade tinha a me mostrar.
A velocidade do Silêncio é arrebatadora, quando a cidade é grande.
A Rio Branco parece a Paulista.... Nem tanto? Mas a João Pessoa aqui de Santos parece sim.
Paço Imperial.
Centro Cultural Banco do Brasil.
Fundação Casa Brasil França.
Livraria da Travessa.
Centro Cultural dos Correios.
O Rio foi também. Cerveja, música, piada, fotos, fotos, risos, gargalhadas, estórias de fantasmas, violão, família, churrasco, mais cerveja. Galinha, galo, poleiro e passarinho.
Dormir tarde e acordar cedo. Café da Tia (tudo de bom).
Rio foi pra mim assim.
Na barca da Guanabara eu vi a MENINA BONITA BORDADA DE FLOR, que o Marcelo Camelo falou, mas ela nem ligou pra mim. Deu até vontade de dizer a ela que eu a conhecia tão bem. Mas achei melhor não.
Fim de semana ótimo. Família feliz, eu mais ainda! Cheguei cansado. Mas muito, muito feliz.
Agora é planejar mais alguma coisa legal... Afinal, Novembro de férias está só começando.
Agora renovado. Com força pra encarar tudo o que tem por aqui.
Fui querido, fui amado, gargalhei, fui atração.
Atravessei a baia rumo ao centro. Não quis praia nem gente. Não quis o óbvio.
Fui andar pelo vazio, fui sentir o que aquela cidade tinha a me mostrar.
A velocidade do Silêncio é arrebatadora, quando a cidade é grande.
A Rio Branco parece a Paulista.... Nem tanto? Mas a João Pessoa aqui de Santos parece sim.
Paço Imperial.
Centro Cultural Banco do Brasil.
Fundação Casa Brasil França.
Livraria da Travessa.
Centro Cultural dos Correios.
O Rio foi também. Cerveja, música, piada, fotos, fotos, risos, gargalhadas, estórias de fantasmas, violão, família, churrasco, mais cerveja. Galinha, galo, poleiro e passarinho.
Dormir tarde e acordar cedo. Café da Tia (tudo de bom).
Rio foi pra mim assim.
Na barca da Guanabara eu vi a MENINA BONITA BORDADA DE FLOR, que o Marcelo Camelo falou, mas ela nem ligou pra mim. Deu até vontade de dizer a ela que eu a conhecia tão bem. Mas achei melhor não.
Fim de semana ótimo. Família feliz, eu mais ainda! Cheguei cansado. Mas muito, muito feliz.
Agora é planejar mais alguma coisa legal... Afinal, Novembro de férias está só começando.
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