Passando o feriado em Sampa!
Vendo primos e primas...vi palhaços na Madalena. Dormi ja era dia! A Avenida não me deixou pegar no sono direito.
Estou fora de casa esse final de semana...
Volto não sei quando, trouxe mochila com roupa pra pra hoje, amanhã e não sei quanto tempo mais. Trouxe o baralho, a gaita e umas idéias.
Vim pra São Paulo, ontem trouxe o sol, agora pedi chuva e ela chegou.
Vim pra São Paulo... E essa terra me faz lembrar algumas coisas, acho que nem queria lembrar.
"Mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá que ta me dando uma vontade de chorar
Não faz assim, não vá pra lá
Meu coração vai se entregar à tempestade" (M. Camelo).
Hoje é Sexta! Estou aqui, longe de casa, perto de mim.
Bom final de semana a todos!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Seja...
Seja perfeita pra mim menina. Você nunca conseguiu isso antes, agora chegou à hora.
Seja perfeita pro cara imperfeito.
Você sempre tentou ser o que não era, assim como eu, você errou. Agora está só.
Seja perfeita! Você conseguirá.
Quando a gente tenta ser o melhor, muitas vezes ficamos cegos, em busca da perfeição. Não seja mais cega, não queira mais ser a melhor!
Seja a pior, mas seja perfeita.
Vamos ser os piores? Eu larguei de mão todo esse papo de querer ser as coisas, agora não me importo mais com um monte de coisa que tem por aí. Preocupo-me agora, somente com o desnecessário. Chega de dor de cabeça.
Sou tão imperfeito, se você soubesse.
Menina! Largue esse monte de dúvida, esse monte de ás, três de paus, reis e rainhas.
Eu sou curinga. Sou imperfeito. Sou peão. Sou o Bobo.
Sua imperfeição era seu maior objetivo, e foi o causador de tudo isso que está aí.
Chegou o momento de ser perfeita.
Eu trouxe o baralho. Quer jogar comigo?
Seja perfeita pro cara imperfeito.
Você sempre tentou ser o que não era, assim como eu, você errou. Agora está só.
Seja perfeita! Você conseguirá.
Quando a gente tenta ser o melhor, muitas vezes ficamos cegos, em busca da perfeição. Não seja mais cega, não queira mais ser a melhor!
Seja a pior, mas seja perfeita.
Vamos ser os piores? Eu larguei de mão todo esse papo de querer ser as coisas, agora não me importo mais com um monte de coisa que tem por aí. Preocupo-me agora, somente com o desnecessário. Chega de dor de cabeça.
Sou tão imperfeito, se você soubesse.
Menina! Largue esse monte de dúvida, esse monte de ás, três de paus, reis e rainhas.
Eu sou curinga. Sou imperfeito. Sou peão. Sou o Bobo.
Sua imperfeição era seu maior objetivo, e foi o causador de tudo isso que está aí.
Chegou o momento de ser perfeita.
Eu trouxe o baralho. Quer jogar comigo?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Vendo tudo das alturas, sem medo de cair.
Se eu fosse um animal queria ser um Urubu. Sim! O rei dos céus.
O bichão fica lááá em cima perto dos aviões, é tão forte que quando ta com raiva faz a turbina do bicho de lata parar. Morre um monte de gente.
Não que isso seja coisa boa, claro que não, só queria com isso mostrar a força do Rei.
O Urubu come o que todo mundo tem nojo, ou seja, ninguém disputa seu alimento, bicho esperto.
Eles (os urubus) inventaram uma lenda, onde diz que da azar matar urubu, aí eles ficam ali, na deles, ninguém mexe, todo mundo teme.
Eles ficam lá em cima só observando, é aí que entra a melhor parte.
Todo mundo ta cansado de saber que eu adoro observar.
Eu observo os urubus observando a gente e fico com uma vontade danada de ser um deles.
Eu ia ser o Urubu mais feliz. Quase não desceria. Ficaria ali, desviando dos aviões, ajudando os pilotos de asa delta a acharem as bolsas de ar. Eu ia ser amigo dos homens voadores.
Será que o urubu tem noção da vida boa que ele leva?
Será que ele vê a gente aqui embaixo e pensa a mesma coisa? Quando ele vê as pessoas revirando os aterros sanitários, o que será que eles pensam?
“Ó que povo feliz! Cheio de carniça do lado, lixos espalhados por todos os lugares, eles são felizes”.
Será que o urubu pensa isso?
Caro urubu! Você é muito feliz aí em cima, fique sabendo disso! Eu queria muito estar no seu lugar.
Ah se eu fosse urubu... Ia entender tanta coisa, vendo tudo lá de cima.
O bichão fica lááá em cima perto dos aviões, é tão forte que quando ta com raiva faz a turbina do bicho de lata parar. Morre um monte de gente.
Não que isso seja coisa boa, claro que não, só queria com isso mostrar a força do Rei.
O Urubu come o que todo mundo tem nojo, ou seja, ninguém disputa seu alimento, bicho esperto.
Eles (os urubus) inventaram uma lenda, onde diz que da azar matar urubu, aí eles ficam ali, na deles, ninguém mexe, todo mundo teme.
Eles ficam lá em cima só observando, é aí que entra a melhor parte.
Todo mundo ta cansado de saber que eu adoro observar.
Eu observo os urubus observando a gente e fico com uma vontade danada de ser um deles.
Eu ia ser o Urubu mais feliz. Quase não desceria. Ficaria ali, desviando dos aviões, ajudando os pilotos de asa delta a acharem as bolsas de ar. Eu ia ser amigo dos homens voadores.
Será que o urubu tem noção da vida boa que ele leva?
Será que ele vê a gente aqui embaixo e pensa a mesma coisa? Quando ele vê as pessoas revirando os aterros sanitários, o que será que eles pensam?
“Ó que povo feliz! Cheio de carniça do lado, lixos espalhados por todos os lugares, eles são felizes”.
Será que o urubu pensa isso?
Caro urubu! Você é muito feliz aí em cima, fique sabendo disso! Eu queria muito estar no seu lugar.
Ah se eu fosse urubu... Ia entender tanta coisa, vendo tudo lá de cima.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Escolhas.
-Pai! E aquele pombo? Por que ele fica ali, parado?
-Filho! Ele fica ali parado porque ele quer, como nós também né? A gente tem de fazer o que a gente quer.
-A gente pode fazer o que a gente quer pai?
-Claro filho!
-então eu posso entrar no mar?
-Claro filho, pode sim.
-Mas a água ta fria?
-Não sei, vá lá senti-la.
-E se eu me afogar?
-A escolha foi sua, se afogou porque quis, eu já te disse que criança da sua idade, não pode entrar no mar sozinho.
-Mas se eu me afogar, você irá me salvar?
-Não filho, não te salvarei, porque como te disse, a escolha de se afogar foi sua. Papai só te salvaria se você caísse ali, no mar, sem querer, sem saber dos seus perigos.
-Mas pai! Você não me ama?
-Claro filho, por te amar tanto assim, é que te deixo livre. Caberá a você escolher seus caminhos, sempre estarei por perto para te orientar, nada mais que isso.
-A mamãe me salvaria.
-Pois é! E também não te deixa livre.
-A vida é feita de escolhas filho. Escolha seu caminho e siga.
-Filho! Ele fica ali parado porque ele quer, como nós também né? A gente tem de fazer o que a gente quer.
-A gente pode fazer o que a gente quer pai?
-Claro filho!
-então eu posso entrar no mar?
-Claro filho, pode sim.
-Mas a água ta fria?
-Não sei, vá lá senti-la.
-E se eu me afogar?
-A escolha foi sua, se afogou porque quis, eu já te disse que criança da sua idade, não pode entrar no mar sozinho.
-Mas se eu me afogar, você irá me salvar?
-Não filho, não te salvarei, porque como te disse, a escolha de se afogar foi sua. Papai só te salvaria se você caísse ali, no mar, sem querer, sem saber dos seus perigos.
-Mas pai! Você não me ama?
-Claro filho, por te amar tanto assim, é que te deixo livre. Caberá a você escolher seus caminhos, sempre estarei por perto para te orientar, nada mais que isso.
-A mamãe me salvaria.
-Pois é! E também não te deixa livre.
-A vida é feita de escolhas filho. Escolha seu caminho e siga.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Eu e as caixas.
Vou arranjar um estilete e cortar esta fita que te prende. Tirar você desta caixa que não te deixa se mexer.
Você foi encaixotada, sem pedir, sem querer, sem nada. Agora ta aí toda enrolada, presa, a caixa é grande, mas viver numa caixa não dá, eu sei.
Vou te confessar também já me colocaram numa caixa, mas consegui escapar, eu tinha um estilete pequeno escondido na barra da calça.
Fora da caixa nem tudo são flores, mas aqui, fora, a gente pode ser a gente sabe?
A gente pode correr. Depois a gente pode parar e ficar parado, só vendo. Aquele lance de camarote que sempre digo.
Se um dia eu conseguir te tirar da caixa, vou te colocar aqui sentada comigo, vendo as coisas passarem. É um barato, cada hora uma coisa diferente. Fico aqui sentado, imaginado como seria se todas as pessoas pudessem olhar também. Quem passa na minha frente nem me vê, devido ao tempo e à correria, acredito. Mas eu vejo todos que passam por aqui, vez ou outra, alguém me vê, senta, conversa um pouco e logo sai.
Tenho essa cadeira aqui do lado justamente para àqueles que querem descansar um pouco.
Ainda tem muita gente presa às caixas sabia?
Tem muita gente que quer sair, outras não sabem se a caixa realmente ta fechada, outras estão tentando entrar. Cada um cada um né?
Não há certo, ou errado. Pode ser que, fora da caixa, eu esteja correndo perigo. Mas eu gosto daqui.
Estou aqui sentado, a próxima vez que você passar por aqui, eu abrirei a caixa e te mostrarei minha visão das coisas, a caixa ficará ao lado, caso queira voltar.
Você foi encaixotada, sem pedir, sem querer, sem nada. Agora ta aí toda enrolada, presa, a caixa é grande, mas viver numa caixa não dá, eu sei.
Vou te confessar também já me colocaram numa caixa, mas consegui escapar, eu tinha um estilete pequeno escondido na barra da calça.
Fora da caixa nem tudo são flores, mas aqui, fora, a gente pode ser a gente sabe?
A gente pode correr. Depois a gente pode parar e ficar parado, só vendo. Aquele lance de camarote que sempre digo.
Se um dia eu conseguir te tirar da caixa, vou te colocar aqui sentada comigo, vendo as coisas passarem. É um barato, cada hora uma coisa diferente. Fico aqui sentado, imaginado como seria se todas as pessoas pudessem olhar também. Quem passa na minha frente nem me vê, devido ao tempo e à correria, acredito. Mas eu vejo todos que passam por aqui, vez ou outra, alguém me vê, senta, conversa um pouco e logo sai.
Tenho essa cadeira aqui do lado justamente para àqueles que querem descansar um pouco.
Ainda tem muita gente presa às caixas sabia?
Tem muita gente que quer sair, outras não sabem se a caixa realmente ta fechada, outras estão tentando entrar. Cada um cada um né?
Não há certo, ou errado. Pode ser que, fora da caixa, eu esteja correndo perigo. Mas eu gosto daqui.
Estou aqui sentado, a próxima vez que você passar por aqui, eu abrirei a caixa e te mostrarei minha visão das coisas, a caixa ficará ao lado, caso queira voltar.
domingo, 15 de novembro de 2009
João e Maria (uma história de amor).
João, um amigo meu, é casado com Maria, também a conheço...
João foi criado no meio de muito amor. Pai, mãe, avôs e avós cuidadosos, muitos primos e primas, João tinha e ainda têm muitos amigos, muitos mesmo.
João gosta muito de Maria, mas também, gosta muito de seus pais, seus familiares e gosta muito de seus amigos, muito mesmo.
Maria foi criada com a avó, uma senhora de idade, a relação nem é tão boa assim. Maria tem uma irmã, mas ambas quase não se falam, tempo, culpam o tempo. Os pais de Maria separados nunca deram tanta atenção a ela. Maria quase não tem amiga, há sim, poucas conhecidas.
Maria tem João. Maria ama João. Maria sente por João o que nunca sentiu em toda sua vida.
João sente por Maria algo familiar, algo que ele já sentiu antes.
João foi criado com muito amor, mas não ama.
Maria não teve amor e ama muito João.
João não acredita na palavra AMOR para ele, o sentimento que ele tem pela sua família, pelos seus amigos e por sua esposa, é um sentimento muito forte. Porém, João, não consegue dividir, fracionar tal sentimento.
Amor carnal?
Amor fraternal?
Amor.... Essas coisas, João não entende. Como dividir um sentimento tão forte? Para ele, ele gosta muito e pronto.
Maria ama João, ela só sabe disso.
João se ama.
Maria não.
Se Maria perder João, ela se perderá.
Se João perder Maria, ele se terá.
Que coisa não?
João foi criado no meio de muito amor. Pai, mãe, avôs e avós cuidadosos, muitos primos e primas, João tinha e ainda têm muitos amigos, muitos mesmo.
João gosta muito de Maria, mas também, gosta muito de seus pais, seus familiares e gosta muito de seus amigos, muito mesmo.
Maria foi criada com a avó, uma senhora de idade, a relação nem é tão boa assim. Maria tem uma irmã, mas ambas quase não se falam, tempo, culpam o tempo. Os pais de Maria separados nunca deram tanta atenção a ela. Maria quase não tem amiga, há sim, poucas conhecidas.
Maria tem João. Maria ama João. Maria sente por João o que nunca sentiu em toda sua vida.
João sente por Maria algo familiar, algo que ele já sentiu antes.
João foi criado com muito amor, mas não ama.
Maria não teve amor e ama muito João.
João não acredita na palavra AMOR para ele, o sentimento que ele tem pela sua família, pelos seus amigos e por sua esposa, é um sentimento muito forte. Porém, João, não consegue dividir, fracionar tal sentimento.
Amor carnal?
Amor fraternal?
Amor.... Essas coisas, João não entende. Como dividir um sentimento tão forte? Para ele, ele gosta muito e pronto.
Maria ama João, ela só sabe disso.
João se ama.
Maria não.
Se Maria perder João, ela se perderá.
Se João perder Maria, ele se terá.
Que coisa não?
sábado, 14 de novembro de 2009
Meu Carnaval.
Olha só que legal, sente aqui a banda vai passar. Ah! É tão gostoso ver daqui.
E lá vem... Olha aquela moça! A preocupação dela com as coisas, ela agora ajusta a saia, agora atendeu ao telefone, iphone ou sei lá o quê... Veja o rapaz ao lado dela, ele usa uma roupa bonita né? Ele agora se insinua a ela... Ela nem o nota.
A marchinha não para...
Opa! O rapaz mostrou algo à moça, ela esta sorrindo, parece uma chave, agora ele colocou algo no dedo dela, que lindo não?
Esse desfile ta tão legal.
Eles estão abraçados, ele a admira, ela admira as chaves e o objeto no dedo dela.
Opaa!! Olha a serpentina.
Tem a ala dos velhinhos, gosto tanto de vê-los.
Eles estão sorrindo, velhinhos de um lado, velhinhas do outro. Cada um na sua sendo feliz.
Por vezes se encontram, se olham, enxugam o suor um do outro e voltam para os seus iguais.
Eles sabem das coisas...
Mais uma cerveja moço do isopor!
Olha lá! Agora vêm uns homens, eles estão de terno, pastas, todos falando ao telefone. Não notam o público que aplaude, não notam o sol, não notam à tarde linda. O moço do isopor oferece uma geladinha, eles recusam... Os negócios não podem parar.
O desfile também não...
E eu aqui sentado, vendo toda a festa à sombra de uma árvore.
Ao longe vejo algo colorido!
Chega o bloco mais esperado por mim, o bloco das moças simples...
Elas chegam, todas lindas, flores nas orelhas, não ligam pros rapazes afoitos que tentam passar pelo cordão de isolamento. Elas cantam, sabem a marchinha toda, no refrão elas sorriem, eu imagino que aquele sorriso é pra mim. Elas desfilam como se andassem nas nuvens, admiram o sol, a tarde, percebi que uma delas mandou um beijo pra o alto, fiquei um pouco triste, mas logo passou, percebi que ela mandou o beijo a um beija-flor que parou para vê-las. Eu olhei para ele, ele piscou para mim e lhe ofereci minha cerveja.
O desfile passou, a noite chegou, e eu aqui, na minha cadeira, vendo as coisas de camarote.
E lá vem... Olha aquela moça! A preocupação dela com as coisas, ela agora ajusta a saia, agora atendeu ao telefone, iphone ou sei lá o quê... Veja o rapaz ao lado dela, ele usa uma roupa bonita né? Ele agora se insinua a ela... Ela nem o nota.
A marchinha não para...
Opa! O rapaz mostrou algo à moça, ela esta sorrindo, parece uma chave, agora ele colocou algo no dedo dela, que lindo não?
Esse desfile ta tão legal.
Eles estão abraçados, ele a admira, ela admira as chaves e o objeto no dedo dela.
Opaa!! Olha a serpentina.
Tem a ala dos velhinhos, gosto tanto de vê-los.
Eles estão sorrindo, velhinhos de um lado, velhinhas do outro. Cada um na sua sendo feliz.
Por vezes se encontram, se olham, enxugam o suor um do outro e voltam para os seus iguais.
Eles sabem das coisas...
Mais uma cerveja moço do isopor!
Olha lá! Agora vêm uns homens, eles estão de terno, pastas, todos falando ao telefone. Não notam o público que aplaude, não notam o sol, não notam à tarde linda. O moço do isopor oferece uma geladinha, eles recusam... Os negócios não podem parar.
O desfile também não...
E eu aqui sentado, vendo toda a festa à sombra de uma árvore.
Ao longe vejo algo colorido!
Chega o bloco mais esperado por mim, o bloco das moças simples...
Elas chegam, todas lindas, flores nas orelhas, não ligam pros rapazes afoitos que tentam passar pelo cordão de isolamento. Elas cantam, sabem a marchinha toda, no refrão elas sorriem, eu imagino que aquele sorriso é pra mim. Elas desfilam como se andassem nas nuvens, admiram o sol, a tarde, percebi que uma delas mandou um beijo pra o alto, fiquei um pouco triste, mas logo passou, percebi que ela mandou o beijo a um beija-flor que parou para vê-las. Eu olhei para ele, ele piscou para mim e lhe ofereci minha cerveja.
O desfile passou, a noite chegou, e eu aqui, na minha cadeira, vendo as coisas de camarote.
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