quinta-feira, 11 de junho de 2009

Cena Real.

Atenção! Silêncio no estúdio. Gravaaandoo!!!!

Agora pronto! Tudo deve estar certo, falas entendidas e decoradas, tudo o que fazer deve estar na cabeça, sem dúvidas, não há tempo pra mudança, o ensaio já foi! Agora é de verdade.

O coração fica acelerado, você olha pros lados, existe um monte de gente, mas ali, naquela hora, você está só! Tudo aquilo que foi lido, relido e entendido deverá sair, fluir, se perder por aí.
Quem disse que era fácil? Não meu caro, minha cara, não é!
A luz vermelha piscando, todos te olhando e você querendo tudo, inclusive que tudo aquilo acabe logo, quer logo ver o resultado, sem erros, sem cortes.
A vida é assim! Temos tempo pra aprender, ensaiar (onde ali podemos errar), corrigir, mas chega uma hora que o jogo é real, é ali que a gente se ferra... À Vera. Valendo.

Corta!! Não quero mais...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Utopia?

Eu prefiro ficar aqui na minha. Amigos por perto, família ali, lá e acolá.
Se o telefone tocar quero poder escolher se atenderei, ou não.

Quero o “ou não” sem culpa no cartório.
Quero o “ou não” sem ter de estar errado.

Não quero determinar nada! Não quero determinações, obrigações... E blá blá blá!

Quero estar ali! Se der vontade não quero mais.
Queria você...assim também.

Sem essa de inteiro/metade, intenso/superficial, sem essa!

Sem complicações! Descomplique.

Ah utopia!

Pode ser?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Peguei meu chapéu e saí!

Mais uma vez arriscando por aí!

Eu do meu jeito, ouvindo: “o que é isso?”. Normal em se tratando de mim mesmo.

Todos padronizados estranham o estranho, claro, não poderia ser diferente. Mas gosto dessas coisas de estranhezas, gosto de manter meu SIGILO, mas não gosto de ser igual, se eu tiver que perder o SIGILO para não me perder de mim, eu o faço.

E foi assim. Olhares, perguntas. E eu com meu velho EU. Foi legal sabe? Foi tranqüilo, agradável, bem recebido, gostei daquela chegada. Senti-me importante. “Você aqui?”, “quanto tempo!” e aquele abraço? Muito bom mesmo.

O durante também foi legal, adoro observar, nossa! Como é legal! A gente vê tanta coisa, como somos bobos (homens), elas esnobam, fazem pirraça, cada cena! Tanto riso, eu rindo sozinho, cena ainda mais esquisita.

Foi bom! É bom fazer essas coisas! É bom observar, assim a gente aprende.

“Por pensar demais, eu preferi não pensar demais dessa vez, foi tão bom e por que será?” (Dessa Vez – Nando Reis).

sábado, 6 de junho de 2009

Confissão.

“Mulher quer dois tipos de homem, um, seu marido, ela o quer pra lhe dar conforto, escutar seus queixumes, suas dores, suas contas... o outro.. ela o que pra dar-lhe SEXO”
(“ANÔNIMO” – AMIGO MEU).

Aí fiquei pensando nisso!

Ele tem seus motivos, toda mulher que ele conhece, que se sente atraído e (que ele chega lá) é casada! Ele não fala por maldade ou por outro motivo sei lá qual! Ele fala por experiência própria, ele, sem querer, virou um “lover boy”.

Este sujeito trabalha comigo. Passo os dias ouvindo suas histórias, e às vezes presencio fatos que corroboram com o que ele fala.

Mas do outro lado da história, tem EU.

Nunca fui lover boy, nunca tive fatos que corroboram para o que ele fala.

Ele diz que sou bobo! Que um dia vou aprender como ele aprendeu, mas eu não quero ser Lover Boy!! Não quero ser igual a eles!

Tomei muita pancada já! Mas penso que nem todo mundo é igual! Um dia vai dar certo, eu sei que vai.

Será que estou errado?

Vou confessar uma coisa! Eu acredito (ainda) no Amor! Principalmente na fidelidade. Espero não estar errado!

“Vai ver era só dizer a ela assim: Moça, por favor, cuida bem de mim.”
(Menina Bordada – Marcelo Camelo)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Estratégico.

Sentado ele a observava!

Sentada, ela o via, sem mais pra que.

A cada olhada dela (supostamente pra ele) ele corava.

A cada olhada dela, pra frente, ela via um monte de gente interessante.

As horas passavam...

Ele passou algumas vezes perto dela, olhos fixados a sua frente.

Ela permaneceu no seu lugar, amigos, amigas e todos ali.

Ele foi embora satisfeito, olhou, (foi visto) e tudo que lhe cai bem.

Seu feito maior viria depois....

Uma coisa de cada vez.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Tio! Dá um leal"

Com a bolinha na mão ele brinca o dia todo.

A boca sempre suja, mistura de baba e toda sujeira das mãos que sempre ficam na boca.

Corre atrás dos carros e de todos que passam por ali.

Moleque inteligente. Desnutrido, não aparenta a idade que tem. Seu tamanho é menor que a metade de um cabo de vassoura, mas mesmo assim fica varrendo a calçada, gosta dessas brincadeiras de gente grande. Um detalhe! Sua calçada é de terra, ele varre a terra.

Filho de uma mulher, aparentemente desequilibrada (mental) e de um senhor de idade, que passa o dia sentado na esquina.

Menino carente me incomoda, por que você vive sorridente?

Poxa! Sua família desestruturada, sua vida não tem lições.

Não sabe o que é escola, de onde trás esse sorriso no rosto?

Quem te ensinou a sorrir? Você deveria chorar. Não apenas brincar.

Brinca, corre, ri, chora, bate, apanha, Tio, Tia, todos.

Menino lição! O que mais nos ensinará?

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Nem tudo foi dito.

Tomou coragem e escreveu! Acho que a resposta não foi das melhores.

um pouco de frieza nas palavras respondidas.
um pouco de desejo nos sentimentos contidos.

Tem coisa guardada ali! Não foi tudo colocado pra fora.

Aliás! Não foi colocado nada pra fora, apenas respondeu aos questionamentos.

A vontade era escrever mais, era escrever tudo, era escrever sempre.


fica pra próxima, ou não.