Quando você for eu vou. Iremos nós, pra lá!
Agora, nos dias de hoje, atuais, sigo ali meio na frente, um passo e meio de distância, às vezes meio passo. Sigo.
Você me segue. Vem toda decidida, como quem sabe que será bom, e será, né?
Né!
Tem dia que olho pra trás, te vejo, estendo à mão e te trago. Tem dia não! Nestes eu não olho pra trás, apenas ando, passo reto, coluna ereta, óculos limpos, certo de que você está logo atrás, naqueles mesmos meio, ou um passo de distância.
Coloquei uma musiquinha legal, ouve daí?
É uma música de um dos capítulos finais da série assistida com afinco, sem falhas, acompanhada detalhe por detalhe, como a nossa caminhada. Detalhada, certa, junta.
No exato momento em que a tal música diz: “então me guia para longe, para aquele campo aberto, desligue a ignição e viaje” eu o faço, guio, seta desligada no intuito de ir reto, velocidade constante, 5ª marcha engatada.
Vou! Vamos!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Médio
É uma arte ser mediano. Nem muito, nem pouco, ser ali, na média. [normal?]
Será que tem certo?
Ser sempre muito ou sempre pouco, acho que esse é o normal. O [problema?] está em ser os dois ao mesmo tempo, aí é que o bicho pega.
Hoje é muito, amanhã não mais. Como é que a gente faz? Como a gente lida?
Hoje lida pouco, amanhã lidará muito. E quando de manhã é pouco e à tarde muito?
O muito/pouco no mesmo dia.
É legal ser médio.
Hoje precisei pegar o histórico escolar para xerocar, e vi um negócio interessante.
Como tem “C” naquilo! Acho que tem um “A”, alguns “D” e vários “C”, sempre na média.
Gosto de estar na média, nem ser muito, nem pouco, meio cinza meio marrom. Ta bom.
Será que tem certo?
Ser sempre muito ou sempre pouco, acho que esse é o normal. O [problema?] está em ser os dois ao mesmo tempo, aí é que o bicho pega.
Hoje é muito, amanhã não mais. Como é que a gente faz? Como a gente lida?
Hoje lida pouco, amanhã lidará muito. E quando de manhã é pouco e à tarde muito?
O muito/pouco no mesmo dia.
É legal ser médio.
Hoje precisei pegar o histórico escolar para xerocar, e vi um negócio interessante.
Como tem “C” naquilo! Acho que tem um “A”, alguns “D” e vários “C”, sempre na média.
Gosto de estar na média, nem ser muito, nem pouco, meio cinza meio marrom. Ta bom.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Sobre as árvores de nossas vidas!
Hoje estou balançando neste galho.
http://www.dosedeinspiracao.com.br/
sábado, 6 de agosto de 2011
Vamos? [velejando].
Ta, vou te ajudar.
Vamos puxar essa âncora. Estique a vela. Isso. Vamos. Força, sozinho também não agüento. Aí, ficou bom!!
Aponta pra lá! O vento faz o resto.
Segure o leme, agora vá só administrando a coisa.
-Mas quem ta guiando? Eu ou o vento?
-Quem guia é você, quem empurra é o vento, o vento faz a parte dele e você a sua.
- Mas se eu for pra lá, foi por minha causa ou por causa do vento?
- O fato de você ter ido, foi por causa do vento, agora o “pra lá”, foi por sua causa.
-Então quer dizer que eu ia de qualquer jeito?
-Sim, iria de qualquer jeito! Mas... Iria pra onde?
-hmm... Entendi. Então “ir pra lá” é um conjunto?
-Isso, é o resultado de “ir” com “pra lá”, como na escrita mesmo.
Então? Vamos pra lá?
Eu entro com o “vamos” e você guia o “pra lá”
Vamos puxar essa âncora. Estique a vela. Isso. Vamos. Força, sozinho também não agüento. Aí, ficou bom!!
Aponta pra lá! O vento faz o resto.
Segure o leme, agora vá só administrando a coisa.
-Mas quem ta guiando? Eu ou o vento?
-Quem guia é você, quem empurra é o vento, o vento faz a parte dele e você a sua.
- Mas se eu for pra lá, foi por minha causa ou por causa do vento?
- O fato de você ter ido, foi por causa do vento, agora o “pra lá”, foi por sua causa.
-Então quer dizer que eu ia de qualquer jeito?
-Sim, iria de qualquer jeito! Mas... Iria pra onde?
-hmm... Entendi. Então “ir pra lá” é um conjunto?
-Isso, é o resultado de “ir” com “pra lá”, como na escrita mesmo.
Então? Vamos pra lá?
Eu entro com o “vamos” e você guia o “pra lá”
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Muda e não muda.
E quando a mudança vem, anunciando uma nova fase, faz aquele alvoroço todo e nada muda? Como é que a gente faz?
Sabe aquelas coisas... começa mudando aqui, depois muda ali... tudo adquire uma nova cor, forma, sentido... Você, simples e tolo mortal, faz um monte plano (no plano das idéias, apenas), imagina um monte de coisa... e pimba!!
Nada acontece.
Mudou e tudo continuou na mesma. Estático. Fincado. Preso.
Coisa doida essa.
Vou seguindo fazendo a minha parte. Limpo meu terreiro. Cuido dos bicho. Não me atraso nos compromissos (poucos que tenho)... Vou fazendo. Um dia a mudança vem à Vera e aí sim.... Algo mudará de verdade.
Hoje é Quarta, não sei por que tem algo bom no ar... Acho que é aquela coisa de energia, aquelas coisas que a gente lê e nunca entende nada. É, deve ser energia, hoje ela está boa para mim.
Mudou. Mas nada mudou. Ou será que mudou e eu não percebi?
“Às vezes... Eu só quero descansar... desacreditar do espelho, ver o Sol se pôr vermelho...” (Vermelho - Marcelo Camelo).
.
Sabe aquelas coisas... começa mudando aqui, depois muda ali... tudo adquire uma nova cor, forma, sentido... Você, simples e tolo mortal, faz um monte plano (no plano das idéias, apenas), imagina um monte de coisa... e pimba!!
Nada acontece.
Mudou e tudo continuou na mesma. Estático. Fincado. Preso.
Coisa doida essa.
Vou seguindo fazendo a minha parte. Limpo meu terreiro. Cuido dos bicho. Não me atraso nos compromissos (poucos que tenho)... Vou fazendo. Um dia a mudança vem à Vera e aí sim.... Algo mudará de verdade.
Hoje é Quarta, não sei por que tem algo bom no ar... Acho que é aquela coisa de energia, aquelas coisas que a gente lê e nunca entende nada. É, deve ser energia, hoje ela está boa para mim.
Mudou. Mas nada mudou. Ou será que mudou e eu não percebi?
“Às vezes... Eu só quero descansar... desacreditar do espelho, ver o Sol se pôr vermelho...” (Vermelho - Marcelo Camelo).
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Aqui, como quem não quer nada
Falei cara, deu coroa.
Disse sim, era pra ter dito não.
Fiquei, era pra ter ido.
Fui... na hora errada.
E assim vou levando, meio trôpego, meio sem jeito, meio cabeludo e meio barbudo.
Percebi o sol ali querendo fugir, talvez como eu, mas chamei pelo nome e quando a gente chama pelo nome o negócio fica sério.
Eu disse: Sol!
Ele olhou, ficou com preguiça e mandou a chuva. Eu, pensando em ter sol tive chuva, como na moeda, pensei cara e deu coroa.
Não estou na vez. Vou ficar por aqui aguardando minha hora chegar.
Disse sim, era pra ter dito não.
Fiquei, era pra ter ido.
Fui... na hora errada.
E assim vou levando, meio trôpego, meio sem jeito, meio cabeludo e meio barbudo.
Percebi o sol ali querendo fugir, talvez como eu, mas chamei pelo nome e quando a gente chama pelo nome o negócio fica sério.
Eu disse: Sol!
Ele olhou, ficou com preguiça e mandou a chuva. Eu, pensando em ter sol tive chuva, como na moeda, pensei cara e deu coroa.
Não estou na vez. Vou ficar por aqui aguardando minha hora chegar.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Pertencendo
Adoro o cheiro do mato!
Nesse final de semana de quatrocentos e poucos quilômetros de distância, senti o poder que tem o conectar.
Como é bom estar junto!
Tão sábios aqueles que têm o poder e a magia de juntar gente, juntar raízes, contar histórias... Ainda mais quando essas histórias são as nossas.
Senti uma alegria imensa, mesmo vendo tudo do lado de cá. Mesmo não pertencendo me senti pertencido, tamanha a magia do povo. Eita povo que sabe fazer acontecer.
Nos quatrocentos e poucos quilômetros aprendi muita coisa, como por exemplo, ouvir calado, olhar sentindo, tocar sabendo... Aprendi sim.
A secura se manifesta somente no clima, que racha nossa boca e seca o nariz... Acho que com um sábio propósito... Fazer-nos falar menos e sentir mais.
Com o nariz seco a gente cheira mais? Não sei, talvez sim.
É tão bom tudo isso, fazer parte de um pedaço do todo.
Adoro o cheiro do mato, da terra vermelha... Aquele pôr do sol na estrada, o trator sujo de barro, a Belina setenta e poucos conservada... E o Sol que nasceu à nossa frente quando estávamos indo? Será que estávamos no rumo certo? Não era pra nós estarmos indo rumo ao poente?
Foi só uma pequena prova das curvas da vida!
Mesmo a gente indo no rumo certo, tem-se a impressão de estarmos errando ou errado, mas é assim mesmo... No final tudo se ajeita!
É bom demais pertencer.
Nesse final de semana de quatrocentos e poucos quilômetros de distância, senti o poder que tem o conectar.
Como é bom estar junto!
Tão sábios aqueles que têm o poder e a magia de juntar gente, juntar raízes, contar histórias... Ainda mais quando essas histórias são as nossas.
Senti uma alegria imensa, mesmo vendo tudo do lado de cá. Mesmo não pertencendo me senti pertencido, tamanha a magia do povo. Eita povo que sabe fazer acontecer.
Nos quatrocentos e poucos quilômetros aprendi muita coisa, como por exemplo, ouvir calado, olhar sentindo, tocar sabendo... Aprendi sim.
A secura se manifesta somente no clima, que racha nossa boca e seca o nariz... Acho que com um sábio propósito... Fazer-nos falar menos e sentir mais.
Com o nariz seco a gente cheira mais? Não sei, talvez sim.
É tão bom tudo isso, fazer parte de um pedaço do todo.
Adoro o cheiro do mato, da terra vermelha... Aquele pôr do sol na estrada, o trator sujo de barro, a Belina setenta e poucos conservada... E o Sol que nasceu à nossa frente quando estávamos indo? Será que estávamos no rumo certo? Não era pra nós estarmos indo rumo ao poente?
Foi só uma pequena prova das curvas da vida!
Mesmo a gente indo no rumo certo, tem-se a impressão de estarmos errando ou errado, mas é assim mesmo... No final tudo se ajeita!
É bom demais pertencer.
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