sábado, 16 de janeiro de 2010

Dia Branco.

Amanhã vou acordar cedo, colocar meu terno e vou casar...

Mas espero que seja rápido, pois, preciso trabalhar e no serviço às coisas têm prazo. O chefe é chato.

Depois do serviço venho rápido pra casa, afinal, é minha lua-de-mel.

Quando eu voltar pra casa, vou passar na floricultura e comprar uma rosa vermelha, ela adora, ficará feliz. Tenho certeza que ela terá feito bolo de chocolate pra comemorar, ela sabe o que gosto.

Mas nós somos muito exigentes, somos um casal requintado, por isso estou levando também um champanhe, casamento sem champanhe não dá!

Pensei em chamar algumas pessoas, mas não. Nossa Lua-de-mel será só nossa.

Depois do bolo, do champanhe e da flor, vamos dormir. Quarta-feira todo mundo trabalha.

E assim será minha semana de casado. Bem normal. Bem feliz.


"... se você vier, pro que der e vier... Comigo".



[Por enquanto estou só imaginando. É preciso pensar bem antes, planejar. Casamento é um negócio sério. E o meu quero que seja assim, desse mesmo jeito. O melhor de todos].

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

...e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!

Heim?
Não, não sei...
Mas você disse...
Sim, disse. Mas e agora?
Agora? Também não sei.
Ah!
Que foi?
Nada... Vem cá.









“Diz quem é maior que o amor, me abraça forte agora que é chegada a nossa hora, vem vamos além...”



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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Venha do Alaska, mas venha.

Acordei com a boca amarga, bebi água e mais parecia ácido...

Será fígado?
Estômago?
Será que a água tava estragada?

Acho que a culpa era da água...

No dia quente me refresquei com um banho morno...

Na hora do almoço terminei algumas coisas no serviço, durante o horário de expediente fui à padaria tomar um lanche.


No trânsito fiz o de sempre... Passei no vermelho e parei no verde, sem me machucar.

A latinha de Coca joguei no lixo, claro! Jogar no chão já seria demais.

Meu dia foi assim, quente. Muito quente. Quente por fora, fervendo por dentro.

Preciso de gelo. Preciso do teu frio.

Esfrie-me. Por favor.




"Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a dum jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar"



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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tarde Simples

Vou pedir o número 1, meio pra mim, meio pra tu.

Vou pedir 1 cobertor. Pra você, pra mim não precisa, ta quente aqui dentro.

Vou pedir UMA MEIA cerveja, lembra? (acho que ainda existe) mas a cerveja é pra mim. Você não vai beber.

Vou ouvir música bem alta, no fone, você precisa estudar.

Vou fazer manha, mas de longe, não quero atrapalhar teu raciocínio. Vou ficar quieto, mas vou te beliscar vez em quando.

Vou fazer chá...

Vou fazer café... Depois um cafuné. Deixo você cochilar

O lanche chegou, pode ficar com as batatas, deixe que abro o katchup, tirei o aparelho, agora consigo.

O Belchior ta dizendo algo no fone alto... “Pai na cabeceira, é hora do almoço, minha mãe me chama, é hora do almoço”.

Posso sentar aqui?

Só pra comer... Depois volto pro sofá. Pare com os livros UM minuto, só pro lanche.

Isso... Mastigue bem.

Adoro esse teu sorriso, mesmo de boca cheia...

Adoro...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

E daí? Que saco!!!!

E o que tem... Se eu não tenho opinião de nada?

Se não sei discutir sobre assunto nenhum?

Se eu quero, aqui, escrever sobre mim?

Se eu quero escrever o que eu quero? E daí?

Se não sei a escalação do Liverpool! Se não sei o nome do primeiro disco do Chico Buarque...

E daí?

E daí, se não falo da fome, nem da desigualdade, nem dos juros bancários...

E daí, se quero ser essa cabeça avoada! Se não quero me preocupar com nada.

E daí se nunca li essas feras que vocês citam. Que nem sei escrever seus nomes...

E daí?

E daí se ouço Pearl Jam, me emociono e não entendo o que ele diz...

E daí se não sou escritor, nem músico, nem nada... Nem sei o que sou, acho que não sou nada na ordem do dia.

Quero escrever aqui o que eu quiser, sem preocupação de nada. Não quero falar do Lula, nem da copa...

De saco cheio das coisas que leio por aí...

E daí meu!!! E daí?

domingo, 10 de janeiro de 2010

hã...? (é assim que começa)

VRMMMMMMM.........
VRMMMMMMM.........(celular vibrando).

Display não identifica.

-Oi!
-Oi... Me ligou?
-Ah! Sim, liguei... Ia dizer que não vai dar pra eu ir.
-Ir onde?
-Ah! Pensei que tivesse combinado algo pra hoje.
-Combinou não, você disse que qualquer dia desses passaria aqui.
-Não! Eu disse que sexta passaria aí, mas tudo bem está avisada.
-Tá!
- Ééé... Você ta bem?
-To e vc?
-Também, vou levando.
-hmmm... Sei como é. Mas e aí? Vai fazer o que hoje?
-Eu? Ah nada!
-Ué? E porque não vem mais?
-“vem” pra onde?
-pra cá oras, ta ficando doido?
-Ah! Até que eu queria, mas... Posso incomodar.
-Que incomodar... Vou ficar em casa.
-Costuma ficar em casa agora? Às sextas?
-Sim, agora sim.
-Bom saber, QUALQUER sexta dessas passo aí então.



"Olha ali quem tá pedindo aprovação, não sabe nem pra onde ir, se alguém não aponta a direção".


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sábado, 9 de janeiro de 2010

Eu, o Murphy, os dados e...A Brahma vai.

Precisava de no mínimo três no dado, lancei o danado. Dois.

Tentei novamente, deram mais uma chance, foram com minha cara. Preciso de Três, apenas três.

Joguei... Um.

Nada feito. Perdeu! "Próximo por favor". Disse o crupiê!

Cheguei em casa, abri a caixinha do WAR, peguei o dado amarelo, chacoalhei, agitei na mão e joguei, TRÊS. Claro eu sabia.

Vou jogar mais uma vez, dessa vez com o dado vermelho (ataque)... Agitei, fiz bagunça e joguei.

TRÊS.

Murphy! Te mato, qualquer dia desses.